Estático Humano
Augusto Martins, nome imponente, ainda jovem, na plenitude de seus 23, possuía uma residência em um dos bairros nobres de São Paulo, Morumbi. Carro, já tinha desde os 18. Filho de pai abastados, fazia sucesso em suas exclusivas rodas sociais, porém, não tinha o que mais queria.
Baladeiro de plantão, foi convidado a um dos maiores eventos do ano em São paulo, lá tentaria preencher seu único vazio.
Adriana Pereira, garota humilde, muito aplicada a tudo o que fazia. Era bolsista e aluna exemplar de uma universidade próxima ao Morumbi em São Paulo. Tinha muitas amigas, mas não tinha o seu amor.
Adorava eventos essa garota menina. Com seu suor, comprava entradas para a balada do ano em São Paulo.
Esses dois elementos, frequentemente se encontravam, rodava uma troca de ois e de olhares. Passaram. E agora se encontrariam juntos no mesmo lugar, sem os afazeres do dia-a-dia.
Eis que chega o dia. Eis que chegam ao lugar. Eis que a festa começa, e o suspense juntamente. Ele sempre a observava, ela era o que ele precisava, mas ele travava. De repente, travado, algo nunca comum. Ele não conseguia se mexer.
Não conseguia...
Não conseguia...
A noite passa, e ele não quer perdê-la.
Resolve dar seu corpo à embriaguez. Perdera o controle. Tornara-se um boneco do acaso.
A noite... passou. A madrugada... correu. E não é ele que sabe o que aconteceu...
0 Response to " "
Postar um comentário